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30 de mar de 2012

nosso universo.

Curiosidades sobre nosso universo.
1- A Terra pesa 6.000.000.000.000.000.000.000.000 kg;

2- Se estás a tentar decorar o nome das estrelas, começa por esta: Torcularis Septentrionalis. Não a consegues pronunciar, mas também não consegues esquecer;

3- Um carro a 160km/h demoraria 221 000 milhões de anos a chegar ao centro da Via Láctea;

4- O Universo expande-se cerca de 1,6 biliões de km por hora;

5- Os astronautas não podem chorar. Não que seja lei, mas porque não existe gravidade para que as lágrimas possam escorrer;

6- As interferências nas televisões são provocadas pelas ondas do Big Bang no início do Universo;

7- A constelação do Cruzeiro do Sul tem 54 estrelas, das quais só consegues ver 5 à vista desarmada;

8- O maior vulcão conhecido situa-se em Marte, o Monte Olimpo, 3 vezes mais alto que o nosso Monte Evereste;

9- A Lua afasta-se da Terra cerca de 3cm por ano;

10- As estrelas anãs são tão densas, que um dado feito desse material pesaria tanto como um carro;

11- A estrela Eta Carinae emite cerca de 5 milhões de vezes mais energia que o Sol;

12- Todos os anos caem cerca de 150 toneladas de meteoritos e fragmentos na Terra. Trata-se de uma média de 410kg por dia;

13- Em 1846 foi anunciada a descoberta de uma 2ª lua em órbita da Terra. Mais recentemente, entre 1966 e 1969, foram anunciadas mais 10 luas. Todas acabaram por não se demonstrar verdadeiras;

14- As estrelas não cintilam. O que vemos, é a interferência da atmosfera terrestre na luz que chega até nós;

15- Planeta é uma palavra grega que significa viajante. Deram esse nome aos planetas pois estes se deslocavam em relação às estrelas “fixas”;

16- O Teles
cópio Espacial Hubble é capaz de fotografar os olhos de uma mosca a 13 700km de distância, teoria ainda não demonstrada devido à inexistência de moscas no espaço;

17- A ventania em Neptuno chega a atingir os 2 100km/h;

18- O impacto da alunagem da Apollo 12 fez com que a superfície lunar vibrasse durante 55 minutos;

19- Não conseguimos ver uma única estrela em tempo real, e a maioria vemos mesmo com milhares de anos de atraso. Até o nosso Sol demora 8 minutos e 20 segundos a chegar a nós, pelo que se explodisse, demoraríamos esses 8 minutos para nos apercebermos. E algumas estrelas que observamos no céu podem já não existir…

20- Já agora, 45% dos americanos desconhecem que o Sol é uma estrela;

21- O primeiro pé a pousar na Lua (de Neil Armstrong) calçava o número 41;

22- O buraco negro mais pequeno já descoberto, tem apenas 24km de diâmetro. Não te iludas: na verdade estes micro buracos negros exercem uma força de atracção muito mais forte que os grandes, ou seja, quanto mais pequenos, mais devastadores;

23- O teu corpo junto do buraco negro da curiosidade acima, seria transformado num simples fio de esparguete.

robôs mais realistas do mundo

Os robôs mais realistas do mundo
Quem gosta de tecnologia, curte aí:

Geminoid

Alguns dos robôs mais realistas do mundo pertencem à linha Geminoid, desenvolvidos pela companhia japonesa Kokoro. Dispondo atualmente de três modelos (o mais recente inspirado no professor Henrik Scharfe, da Universidade Aalborg na Dinamarca), o objetivo das criações é estudar interações emocionais entre humanos e máquinas.

http://youtu.be/eZlLNVmaPbMAlém disso, os robôs servem como forma de observar como as características culturais de diferentes locais interferem na percepção de máquinas realistas. Todas as criações têm suas expressões faciais controladas de forma remota por um operador especializado, e ainda estão longe de interagir de forma realista com o público.
Mesmo com essas limitações, as invenções surpreendem pelo realismo e variedade de expressões que conseguem demonstrar.

Actroid DER2

Outra invenção da Kokoro, o Actroid DER2 possui funções bem diferentes da linha Geminoid. Como fica claro no site da empresa, o robô Actroid DER2 tem o objetivo de emular o comportamento de uma modelo, e é usado principalmente em grandes eventos como um substituto interessante para as recepcionistas tradicionais.
http://youtu.be/rtuioXKssyAhttp://youtu.be/rtuioXKssyA 

Disponível em modelos de cabelo comprido ou curto, os robôs podem ser alugados através de um número de contato 


Animatrônicos complexos
A indústria da propaganda também se aproveita de robôs realistas para chamar atenção para suas produções, como mostra o bebê mecânico do vídeo abaixo:
O cinema usa as evoluções na área para a geração de efeitos especiais mais reais do que qualquer computação gráfica. Exemplo disso é a criação robótica abaixo, feita especialmente para o filme “Pink Eye”.

Humano ou robô?
A máquina criada por David Hanson surpreende pelo nível de realismo e, se não fossem os fios ligados à parte de trás da cabeça, poderia ser confundida com um ser humano real. Batizado como Jules, o robô tem como principal objetivo interagir com pessoas através de conversas sobre os mais diferentes assuntos.

Jules também é capaz de desenvolver empatia e relacionamentos realistas com humanos. Isso sem contar com um sistema capaz de reconhecer diferentes expressões faciais e uma memória que armazena o nome e as características das pessoas com quem interagiu.

Assustadoramente real
Embora não possua uma aparência tão próxima à dos seres humanos quanto os demais robôs mostrados aqui, o CB2 chega a assustar pela capacidade de imitar comportamentos. A partir da observação de expressões faciais e do contexto social em que uma pessoa se encontra, a máquina é capaz de reproduzi-las fielmente em poucos instantes.

Segundo os criadores, a relação do robô com o ambiente à sua volta é a mesma que a de um bebê. Com 1,3 metros de altura, a criança humanoide foi criada para aprender da mesma forma que um ser humano. Além das câmeras acopladas aos olhos, o robô conta com diversos sensores em sua pele, capazes de identificar e responder a diferentes tipos de toques.
Criado em 2007, o CB2 desenvolve novas habilidades com a passagem do tempo. Além de ter aprimorado o sistema de detecção de emoções e expressões, a máquina conseguiu aprender sozinha como controlar seus 51 músculos mecânicos para conseguir andar sem apoio.

27 de mar de 2012

Chinês com olhos azuis que brilham no escuro.

Chinês com olhos azuis que brilham no escuro.
Hibrido Alienigena !?


Um menino surpreendeu médicos com sua incrível capacidade de visão noturna com olhos que brilham no escuro. Alguns especialistas têm estudado a visão de Nong Youhui desde que seu pai o levou para o hospital em Dahua, no sul da China, preocupado com seus brilhantes olhos azuis.
"Eles me disseram que ele iria crescer e que seus olhos brilhantes voltariam a ser pretos, como a maioria dos chineses, mas isso nunca aconteceu.",  disse o pai de Nong.
Exames médicos realizados mostraram que a criança é capaz de ler na completa escuridão e vê tão bem quanto a maioria das pessoas durante o dia.
Poderia Nong Youhui ser um alienigena?


Chuva Misteriosa. Esferas azuis gelatinosas.

Chuva Misteriosa. Esferas azuis gelatinosas.
CHUVA DE MISTERIOSAS  Esferas azuis intrigam moradores da Inglaterra. 

As bolas misteriosas não tem cheiro, são dificeis de segurar mesmo não sendo pegajosas e não derretem. 

Cientistas e pesquisadores estão ainda , estudando as tais bolas e ainda não chegaram a nenhuma conclusão  do que são e de onde vieram. Só se sabe que cairam do céu......




Objeto não identificado cai na Sibéria.

Objeto não identificado cai na Sibéria.

Um objeto não identificado com 200 kg e em forma de "u" caiu em uma
floresta na Sibéria, Rússia, no domingo (18), segundo o jornal
"Telegraph". A procedência, ainda não identificada, será investigada por
especialistas russos.

Segundo a Roscosmos, a agência espacial russa, o objeto não é uma peça
de foguete ou de míssil. "O objeto encontrado não está relacionado a
tecnologia espacial. Uma conclusão final poderá ser feita após um estudo
detalhado realizado por especialistas", afirmou a agência.

Parte do fragmento é feita de titânio resistente, de acordo com o
Departamento de Defesa Civil e Situações de Emergências da cidade
siberiana. O objeto é aberto, o que permite ver seu interior, que está
vazio. Níveis de radiação foram medidos e indicaram que ele não oferece
riscos.

O objeto foi retirado da mata por moradores de Otradnesnky com a ajuda
de um trailer. Na cidade, ele foi mantido em segurança por forças
policiais locais, sob ordens de autoridades mantidas em sigilo, de
acordo com o "Telegraph".

Fonte: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2012/03/objeto-nao-identificado-com-200-kg-cai-em-floresta-na-siberia.html

14 de mar de 2012

voce tem a resposta ???

Perguntas Intrigantes

Envie sua resposta

1. Se você acordasse um dia, sob o efeito de amnésia; que perguntas te ocorreriam? Escreva cinco perguntas.

2. De um dos gêmeos que estão para nascer para o seu irmãozinho: – Você acredita em vida após o parto?

3. Do filhote de pulga para sua mãe: - Mamãe, você acha que existem pulgas em outros cães?

4. De uma minhoca para a sua amiga: - Você acha que existe vida inteligente fora da terra?

5. De uma namorada para seu namorado: - Você acha que existe vida inteligente fora da Terra?

6. Eu sou um corpo e tenho um espírito ou sou um espírito e tenho um corpo?

7. O que é o mal?

8. Por que o mundo é como é?

9. Por que a gente não lembra da encarnação anterior?

10. Por que esta é a nossa melhor encarnação?

11. Somos seres materiais que irão viver uma experiência espiritual; ou somos seres espirituais vivendo uma experiência material?

12. Estamos vivos ou mortos?

13. O destino é inexorável ou somos livres para alterar o seu curso?

14. Morreu acabou! Ou morreu continua?

15. Continua e volta ou continua mas não pode voltar à Terra?

13 de mar de 2012

smartphones da GeeksPhone

avier Agüera, mesmo tendo apenas 19 anos, criou uma empresa que fabrica celulares destinados aos fanáticos por tecnologia. Os smartphones da GeeksPhone são desenvolvidos com foco no consumidor que se classifica como geek e, sobretudo, não abre mão da liberdade e do baixo custo.
Até aqui, a empresa de Agüera tem o smartphone GP1, modelo simples voltado para o mercado de entrada. O jovem planeja, no entanto, voos mais ambiciosos para a GeeksPhone ainda em 2012: "esperamos vender nosso modelo de desempenho antes do verão". O modelo citado por ele é o GP2.
A ideia de Agüera em criar seus próprios smartphones nasceu há três anos, quando ele percebeu que nenhuma opção do mercado oferecia o que ele precisava. Além de caros, os produtos disponíveis não o agradavam.
Essa centelha de qualidade e tecnologia se mantém até hoje, mesmo com as necessidades comerciais da GeeksPhone. "É possível fazer um celular de alto desempenho sem cobrar uma fortuna por ele", disse em entrevista ao jornal El País. E o jovem parece ter acertado no prognóstico: 30% das vendas da GeeksPhone vêm do exterior.
Javier Agüera é visto como uma estrela no futuro da tecnologia. O MIT (Instituto Tecnológico de Massasshusets) o classificou como um dos talentos de menos de 35 anos de idade capazes de mudar o futuro da tecnologia.
Via El País

6 de mar de 2012

pele artificial


O Biofill, trata-se de uma película de celulose pura microfibrilar biossintética, não oriunda de árvores ou plantas, obtida por biossíntese de bactérias do gênero Acetobacter. É utilizado na substituição de peles com lesão, e é o único curativo biossintético produzido no mundo. É um ideal substituto temporário de pele porque sua estrutura fisiológica é semelhante à pele humana. O primeiro uso desenvolvido foi para a substituição temporária da pele, nas queimaduras de II e III graus, termo-abrasões, úlceras de pele, cobertura de incisões cirúrgicas, lesões traumáticas e escoriações. A inovação do produto está no tipo de substância substituta temporária da pele, que em comparação a outros produtos, apresenta eficiência maior, propiciando recuperação mais rápida e menos dolorosa ao paciente, além de reduzir substancialmente as cicatrizes provocadas por esses tipos de ferimentos.

O produto, é definido como filme microfibrilar de celulose, com características de biocompatibilidade, sendo biodegradável, inerte, atóxico e seletivamente permeável, agindo como uma barreira contra todos os microorganismos. O material foi descoberto em 1984, e desenvolvido no LQBB - Laboratório de quimio/biotecnologia de biomassa da Universidade Federal do Paraná UFPR. Através de pesquisas com celulose bacteriana, chegou-se a um produto final semelhante à pele humana. Após a descoberta, o produto passou por ensaios clínicos e comprovaram-se as vantagens clínicas do uso da película, logo chamada de BioFill. A invenção é do microbiologista Luís Fernando Xavier Farah, premiado em 1996 com a medalha de ouro da Organização Mundial de Propriedade Industrial (OMPI). Farah trabalhava com apicultura e desenvolvia pesquisa para aumentar a produtividade das abelhas. O método que pensava desenvolver visava a ganhar o tempo gasto pelas abelhas no esforço de construir os favos.

Na busca de material que pudesse artificialmente substituir parcialmente os favos, pesquisou, me laboratório caseiro, a bactéria Acetobacter xilino, que em processo de fermentação produz biocelulose. O material despertou a atenção do pesquisador, que sendo filho de médico e ex-estudante de medicina, intuiu que o material poderia servir de substituo temporário da pele. Feitas algumas experimentações, confirmou-se a expectativa do pesquisador. Em 1988, o BioFill foi patenteado no Brasil e em mais 19 países. Em 1995, o BioFill recebeu o certificado de liberação do FDA (Food and Drug Administration) órgão americano que após testes rigorosos autoriza a venda de novos medicamentos em solo americano. No Brasil, o BioFill é produzido pela FIBROCEL Prod. Biotecnológicos Ltda. - de Londrina. A distribuição do produto no mercado brasileiro é feita pela Allvet Química Industrial Ltda.

BioFill age com rapidez nos diversos tratamentos de lesões cutâneas como queimaduras, úlceras isquêmicas, áreas doadoras de enxertos, cortes profundos, entre outros. A película protege a região afetada como um verdadeiro substituto da pele, possibilitando a formação da pele natural do paciente. Os curativos tradicionais não são uma barreira bacteriana eficaz e necessitam de trocas diárias - quando arrancados acabam por remover a pele em formação. O BioFill não precisa ser trocado, desde que não haja contaminação. O produto é uma eficiente barreira bacteriana, possibilitando a recuperação da área afetada sem interrupções criando um meio ambiente ideal para a regeneração da pele.

O BioFill não tem contra-indicações, podendo ser aplicado pelo próprio paciente em casa. É indicado para qualquer caso de lesão da pele, inclusive nas úlceras isquêmicas e em queimaduras. Nos casos de queimaduras de terceiro grau muito extensas, o produto pode ser usado para preparar o leito destas queimaduras para receberem enxertos de pele do próprio paciente, além de ser utilizado nas áreas doadoras dos enxertos. A estrutura de microfibra de celulose que isola a ferida do meio, possibilita o crescimento natural da pele do paciente e consequentemente a cicatrização da ferida em curto espaço de tempo em relação aos tratamentos convencionais

A escassez de recursos financeiros colocou-se como impedimento para o início de um empreendimento industrial que viabilizasse comercialmente a invenção. Como tratava-se de uma inovação, desenvolvida por um pesquisador sem tradição na área médica, as dificuldades de se encotrar sócios foram muitas, ademais o produto exigiria testes exaustivos em pacientes. Farah chegou a cogitar ceder sua invenção a uma instituição de caridade da área hospitalar. Finalmente, no início de 1985, através de um amigo foi apresentado ao Sr. Athos Abilhoa, diretor do grupo Bozano Simonsen no Paraná, que se interessou no empreendimento. O Sr. Athos semanas antes havia lido uma matéria na "Business Week" sobre biotecnologia e interessou no projeto de biotecnologia que era o Biofill, associando-se a outro executivo do mesmo grupo, o Sr. Luiz Meinert. Após constituirem a empresa, em 1985, teve início o empreendimento, ocasião que foi convidado o Sr. Marco Abilhoa, que residia nos EUA, para assumir a Diretoria Administrativa.

O primeiro procedimento visando a viabilizar o produto foi o patenteamento do produto, contando com o apoio do IPT e da TecPar para especificação do produto para elaboração da patente. A partir daí estabelece a empresa uma estratégia patentária que procurasse inviabilizar a cópia do processo. A bactéria produtora da membrana celulósica é conhecdia e age em caldo de cultura através de fermentação. Para tanto, a patente define o processo de modo a abarcar todas as possibilidades de cultura da bactéria para a produção de biocelulose, e isot foi possível definindo-se o processo como "a bactéria que alimentada por uma fonte de carbono e nitrogênio produz celulose"; como a bactéria utilizada é a única que produz membrana com a especificação técnica patenteada (existem outras, mas que produzem filamentos biocelulósicos), garantiu-se a segurança da patente. Após concluir este trabalho inicial foi requerida a patente em 18 países, já tendo conseguido a patente em 17 destes, além de extender o registro da marca Biofill ou Bioprocess, Gengiflex e Bioband a mais de vinte países.

Os investimentos para patenteamento no Brasil foram efetuados com recursos próprios, os demais através de empréstimos da Finep. A patente no Brasil foi possível, por um lado, devido ao fato do Biofill não ter sido considerado medicamento e sim órtese de pele e por outro, pela possibilidade do enquadramento do processo de produção dentro das exigências legais. Estava assim constituído o principal ativo da empresa. Para inicaira as pesquisas do processo produtivo, a empresa recebeu em 1986 recursos do CNPq da ordem de US$24 mil a fundo perdido, e cerca de US$400 mil da CEME no ano seguinte, atualmente já saldados. As pesquisas contaram com o apoio do prof. Bonifácio Galotti, do Departamento de Farmácia e do prof. José Moreschi da Escola de Engenharia Florestal, ambos da UFPR. A associação com universidade permitiu o aporte de mais US$ 200 mil através de contrato com a Finep. Em 1989 iniciaram-se contatos com o BNDESPAR que colimou com a participação do BNDES em 25% do valor do projeto, com US$ 1.9 milhão, liberados em janeiro de 1990 e retidos logo em seguida pelo Plano Collor. Contou a empresa em seus compromissos financeiros de curto prazo com o aporte do Banco de Boston que lhe forneceu um limite de crédito inicial de US$200 mil.

O empreendimento desenvolve outras finalidades para o produto, entre as quais, curativos para cirugias periodontais, o Gengiflex, já em processo de comercialização, curativos tipo "band-aid", o Bioband, e produtos para a área veterinária, estes em processo de desenvolvimento, além disso pretende desenvolver o Biofill sutura (para cicatrização de áreas suturadas), o Biofill oftalmológico, o Biofill cirúrgico, o Biofill impregnado (membrana impregnada de antibióticos) e o Biofill em pó (para úlceras profundas). A membrana biocelulósica é produzida por método da chamada biotecnologia tradicional, através de processo de fermentação de superfície. A membrana biocelulósica se forma na parte superior das bandejas e a película tem a definição de sua espessura pelo tempo de fermentação, assim quanto mais tempo, mais espessa é a camada, quanto menos tempo mais fina. Na fase inicial de desenvolvimento tecnológico o tempo de produção da membrana biocelulósica, na especificação requerida era de sete dias. Com seleção de cepas de bactérias e desenvolvimentos de caldos de cultura foi possível reduzir este tempo para 40 horas. Além disso, devido as características do processo biotecnológico empregado na fase de formação das películas, as quebras de produção, inicialmente chegavam até a 60%, mas com a evolução do controle da tecnologia esssas quebras forma reduzidas para um máximo de 30%.

A experimentação visando obter informações da eficiência do produto foi executada no Hospital Evangélico de Curitiba, inicialmente com animais de laboratório, com sucesso. A experiência inicial com humanos, foi executado no Hospital Cajuru de Curitiba, através do Dr. Dayson Nicolau dos Santos e Dra. Regina Peixoto, com pleno sucesso. Para a divulgação do produto, a empresa busca contato com médicos formadores de opinião, como o Dr. Ivo Pitangui, que publicou no Brasil e no exterior, um estudo de 133 casos de tratamento com o Biofill.

Em 1987 inicia-se a implantação da unidade Industrial em Curitiba, com a produção industrial iniciada em outubro do mesmo ano. A empresa conta com uma área de 400 m2, contando com cerca de 40 funcionários. Luiz Fernando Farah conta com cerca de 30% das ações da empresa, enquanto que o BNDESPAR conta com 25%. Ao longo desse período a empresa desenvolve esforços de marketing visando a colocação do produto no mercado e para tanto inciam uma estratégia de desenvolvimento com a busca de parceiros estratégicos, que dispusessem de porte e experiência na comercialização de produtos farmacêuticos, o que os levou a se associar ao Grupo Monteiro Aranha que se dispõs a participar com US$ 6.5 milhões de uma estimativa de valor de projeto da ordem de US$ 32.5 milhões. No entanto o decano do Grupo Monteiro Aranha, Sr. Joaquim Monteiro de Caravalho foi desestimulado por amigos a fechar o acordo devido "ao risco que envolveria negociações baseadas em patentes". O Grupo Monteiro Aranha embora não tendo fechado este contrato, partcipa atualmente com 5% do capital acionário da empresa.

A primeira venda de maior vulto do produto é efetuada ao INAMPS em começo de 1989, que apesar de significar faturamento à empresa, não apresentou os resultados esperados, pela distribuição equivocada do produto e o não esclarecimento da forma de utilização do produto para o comprador. Outro aspecto negativo é a forma de remuneração por procedimentos médicos adotados pelo INAMPS. Como o Biofill normalmente só necessita de uma aplicação, isto reduz a possibilidade de ganho do médico, que adotando os procedimentos convencionais terá que atender várias vezes o paciente. Depois de acumular prejuízos em 1988, 1989 e 1990, a empresa, após inúmeras negociações com grupos multinacionais, associou-se em 1991, ao grupo multinacional do ramo da indústria farmacêutica, Farmitalia Carlo Erba do grupo italiano Montedison, para a comercialização do produto em 70 países inclusive o Brasil, através do licenciamento da patente, incluindo Europa, Àsia e alguns países da América Latina. Para a cessão por licenciamento da patente para produzir somente o produto substituto temporário da pele, a Carlo Erba pagou inicialmente, em dezembro de 1991, US$ 2.5 milhões que contrato de licenciamento com prazo de quinze anos e pagará 10% a título de royalties por unidade vendida do produto até o volume de US$ 20 milhões de vendas; a partir deste valor, sobre a 12 % o valor dos royalties.

Caso a Biofill optasse por um contrato de fornecimento do produto, em exclusividade, teria necessitado investir em torno de US$ 2 milhões para a construção da fábrica. Venderia a unidade do produto a US$ 7,00 a Carlo Erba e teria um retorno líquido em torno de 20%, ou US$ 1,40 por unidade. Com o Contrato de licenciamento, a Carlo Erba montará uma fábrica no Rio de Janeiro, ou seja o investimento foi transferido. O preço de venda final é estimado em US$ 30,00, recebendo a Biofill portanto US$ 3,00 por unidade, mais que o dobro que receberia se produzisse o produto. Na Itália no ano de 1992 a Carlo Erba vendeu US$ 4 milhões do Biofill susbstituo temporário da pele e lidera o mercado italiano de curativos sintéticos, com 35% do mercado, contra 20% do principal concorrente, o Duoderm, da Squibb, líder mundial com US$ 200 milhões em vendas. Em 1991 a Biofill encerrou o ano com um lucro de US$ 2.7 milhões, ano em que a ampresa inicia a distribuição de dividendos aos acionistas.

Para a comercialização do Gengiflex, curativo periodontal, para cirurgias ortodônticas, a estratégia da empresa foi outra. Neste caso a patente tornou possível o ingresso na indústria, pois a forma de comercialização difere em relação ao substituto temporário da pele. A base de comercialização é um curso oferecido aos odontólogos interessados, ensinando o uso do produto, que é altamente eficaz no processo de cicatrização. Só após o periodontista dominar a técnica é que se vende o produto. Neste ramo, existe apenas um concorrente americano multinacional, do ramo têxtil, cujo produto é desnevolvido com base em Teflon e com vendas mundiais em torno de US$ 100 milhões. Dos aproximadamente 1200 periodontistas existentes no país, cerca de 400 já fizeram o curso. Para o mercado externo pretende a empresa a busca de parceria estratégica, com vistas a maximização da comercialização do produto.

O pesquisador José Henrique do Carmo, ao estudar o caso da Biofill conclui: "a invenção fortuita que propiciou o surgimento da Biofill ... vem a demonstrar a importância do apoio à inovação a nível institucional. Apoio que não faltou a Biofill, em termos financeiros, pelas agências governamentais e que caso não houvessem ocorrido inviabilizariam o empreendimento ... As patentes acabam sendo no capitalismo monopolista um dos poucos trunfos da pequena empresa, que opera ou pretende operar numa estrutura oligipolizada da indústria. O caso aqui estudado demonstrou que mesmo no capitalismo monopolista é possível viabilizar em países em desenvolvimento atividades industriais nacionais inovadoras, mesmo que associadas ao capital estrangeiro, garantindo-lhes inserção competitiva".

Curiosamente um produto bastante semelhante, o Veloderme, foi desenvolvido por Lauro Xavier Filho na Paraíba, na mesma época em que foi desenvolvido o Biofill no Paraná. O Laboratório de Química de Produtos Naturais da UFPB desenvolveu um biopolímero, que serve como substituto da pele em áreas queimadas. Além da importância no tratamento de queimaduras, o produto destaca-se também por ser o primeiro produzido e desenvolvido no Brasil através de processo biotecnológico. O produto chamado Veloderme foi criado em 1983 e é um curativo oclusivo único de quarta geração. Oclusivo porque veda o local afetado. Ùnico porque não precisa ser trocado e de quarta geração porque esta é sua classificação entre os diferentes tipos de medicamentos. Pode ser utilizado em caso de queimaduras de primeiro e segundo graus, em dermoabrasões e após processos cirúrgicos quando há danos na pele, como por exemplo, nos casos de acidentes de carro.

O processo é simples. A película é colocada sobre a área afetada cessando a dor instantaneamente e protegendo o local. Com a dor é causada pela inexistência da pele, com o Veloderme, ela some porque o produto cobre totalmente a área afetada, dispensando qualquer analgésico em sua constituição. A película não precisa ser substituída, ao contrário dos curativos comuns que machucam o local ao serem retirados para a troca, dificultando a cura. Quando a pele nasce encarrega-se de retirar a película. O Veloderme pode ser colocado por qualquer pessoa após desinfetar o local. Se fosse vendia em farmácias alguém que se queimou na moto, por exemplo, poderia comprar o produto e colocar na queimadura, como se faz com o band-aid hoje. Nos casos em que um curativo teria que ser trocado em hospital, a película traz uma economia para a área da saúde porque não é necssário uma pessoa para fazer a troca dos curativos e com a cura acelerada diminui o tempo de internação. Outro ponto positivo da película é que após curada a queimaduranão ficam as marcas e estrias comuns nestes casos.

O Veloderme é fino e tem a aparência semelhante à pele. Marçal Queiroz de Paula, um dos pesquisadores que trabalhou no desenvolvimento do produto lembra muito a pele de uma pessoa que descasca após ter ficado queimada do sol. Paulo e o pesquisador Lauro Xavier iniciaram a pesquisa procurando um material que fosse um substituto temporário da pele humana. para chegar ao Veloderme é realizado um processo biotecnológico para produção da biomassa e do produto final que é a película. Esse processo envolve um meio de cultura onde microorganismos biológicos desenvolvem o produto. A produção é simples e o processo biológico é constantemente otimizado. Na época em que foi criado, o Veloderme era o único produto do gênero no Brasil. Agora são comercializados produtos semelhantes, mas importados. Até hoje, 15 anos depois de sua criação o Veloderme ainda não é comercializado no Brasil por falta de autorização da Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde. É que para registrar o produto o Ministério exige, entre outras coisas, bibliografia sobre o produto. "O problema é que não existe bibliografia sobre o Veloderme, pois trata-se de um produto inédito", lamenta Xavier Filho.

O desenvolvimento do Veloderme foi financiado pela Queiroz & Xavier que hoje exporta toda a produção para a Europa. Lá o medicamento é vendido para farmácias e hospitais há quatro anos. Para os hospitais a venda é feita em caixas com 12 películas e nas farmácias em avulso, como o band-aid. Nos dois casos, o tamanho da película varia de 2x2 até 25x25 cm. Para vender na europa a Queiroz & Xavier teve que ter sua linha de produção aprovada conforme os padrões internacionais, principalmente no controle dos níveis de contaminação durante a elaboração do produto. Isso é importante porque na utilização do Veloderme há grande risco de infecção. Mesmo com o rigor europeu, não foi possível conseguir o registro no Brasil. Para o ano de 1999 a Queiroz & Xavier está planejando exportar para a Europa e de lá, importar para o Brasil. Nesse caso o registro será praticamente imediato. No Brasil os importados são vendidos apenas para os hospitais. A previsão de Paulo é de que a fatia de mercado que poderia ser conquistada pelo Veloderme seria de 3 a 4 milhões de dólares no Brasil e 5 milhões no Mercosul. O preço para o consumidor nas farmácias poderá ficar em torno de dois reais. Muito abaixo dos importados que custam cinco vezes mais.

Fonte: http://www.cnpq.br/gpesq2/garea2/apg208/reg_s/uf_pr/i_ufpr/g_2160/gp2160.htm
http://www.biofill.com.br/
acesso em dezembro de 2001
Inovação e capitalismo monopolista: o caso da Biofill, Tese de mestrado, de José Henrique do Carmo, UFPR, Curitiba, 1993, orientador: Liana Maria da Frota Carleial
Tecnologia & Inovação para a indústria, Sebrae, 1999, página 18
Agradeço a Lauro Xavier Filho (xavierfilho@infonet.com.br) pelo envio de sua foto em junho 2005 para inclusão nesta página
envie seus comentários para otimistarj@gmail.com.

Esta página não é uma publicação oficial da Rede de Tecnologia do Rio de Janeiro, seu conteúdo não foi examinado e/ou editado por esta instituição, tampouco foi realizada qualquer análise de mérito ou técnica nas invenções descritas. A responsabilidade por seu conteúdo é exclusivamente do autor. .

 http://www.redetec.org.br/inventabrasil/pele.htm

5 de mar de 2012

homem pré-histórico homossexual


homem pré-histórico homossexual

DA BBC BRASIL

Cientistas tchecos escavaram o que acreditam ser o esqueleto de um homem pré-histórico homossexual ou transexual que viveu entre 4.500 e 5.000 anos atrás.

A equipe de pesquisadores da Sociedade Arqueológica Tcheca constatou que os restos --retirados de um sítio arqueológico neolítico em Praga-- indicam que o indivíduo, de sexo masculino, foi enterrado segundo ritos normalmente destinados às mulheres.

A arqueóloga Katerina Semradova disse à BBC Brasil que o enterro "atípico" indica que o indivíduo encontrado fazia parte do "terceiro sexo", provavelmente homossexual ou transexual.

"Trabalhamos com duas hipóteses. A de que o indivíduo poderia ter sido um xamã ou alguém do 'terceiro sexo'. Como o conjunto de objetos encontrados enterrados ao redor do esqueleto não corroboravam a hipótese de que fosse um xamã, é mais provável que a segunda explicação seja a correta", disse Semradova.

As escavações foram abertas ao público nesta quinta-feira e a visitação tem sido intensa.
Sociedade Arqueológica Tcheca
Indivíduo do sexo masculino foi enterrado segundo ritos normalmente destinados às mulheres

Os restos são de um membro da cultura da cerâmica cordada, que viveu no norte da Europa na idade da Pedra, entre 2.500 a.C. e 2.900 a.C.

Neste tipo de cultura, os homens normalmente são enterrados sobre o seu lado direito, com a cabeça virada para o oeste, juntamente com ferramentas, armas, comida e bebidas.

As mulheres, normalmente sobre o seu lado esquerdo, viradas para o leste e rodeada de jóias e objetos de uso doméstico.

O esqueleto foi enterrado sobre o seu lado esquerdo, com a cabeça apontando para o oeste e cercado de objetos de uso doméstico, como vasos.

"A partir de conhecimentos históricos e etnológicos, sabemos que os povos neste período levavam muito a sério os rituais funerários, portanto é improvável que esta posição fosse um erro", disse a coordenadora da pesquisa, Kamila Remisova Vesinova. "É mais provável que ele tenha tido uma orientação sexual diferente."


limpar smartphones e tablets


limpar smartphones e tablets
Dicas para manter as telas de LCD limpas sem correr o risco de arranhar ou de estragar o seu aparelho
Fonte:REDAÇÃO ÉPOCA

Monitores e televiões LCD, que ficam basicamente parados em escrivaninhas e racks, já são alvo fácil para a poeira, sujeira - e mesmo marca de dedos. O que dizer então de smartphones e tablets, que também têm telas LCD, mas que ficam em bolsos, são carregados pela cidade, e necessariamente precisam das marcas de dedos para funcionar? Não é difícil a tela ficar toda engordurada pelo uso, além da sujeira acumulada de outros lugares. A solução mais fácil pode ser usar a camiseta ou um pano qualquer ou papel higiênico para limpar o aparelho, mas não é a mais inteligente. Essas telas são sensíveis e precisam de alguns cuidados especiais.



Não que limpar uma tela LCD seja uma tarefa difícil: não é. Só é preciso paciência e o material certo. Primeiro, o óbvio: não faça nada com pressa e desligue os aparelhos antes da limpeza. Segundo: um pano que não solta fiapos. Pequenos resíduos deixados por panos normais e papel podem riscar e estragar as telas. A melhor escolha são os panos antiestático, tipo de tecido de microfibra vendido em lojas de fotografia e informática. Alguns aparelhos - como MacBooks - vêm com panos como esses. A flanela de microfibra também é opção para limpezas rápidas de smartphones e tablets longe de casa.

Em casa, com mais tempo, depois de tirar a sujeira mais grossa e a poeira com a flanela, dá para usar álcool isopropílico para limpar as áreas mais engorduradas. Atenção: álcool isopropílico não é o álcool de cozinha normal, que pode estragar sua tela. O álcool isopropílico substância é bastante usado em limpeza e é vendido em lojas de eletrônicos e em farmácias de manipulação. Umedeça (não muito) o tecido na substância e passe com cuidado da tela - nunca aplique diretamente o álcool ou outras substâncias líquidas no seu aparelho.

Também não esfregue o pano com força na tela. Se a sujeira não sair com uma limpeza suave, pode ser necessário algumas medidas mais profissionais: há vários kits de produtos que incluem soluções detergentes neutras especiais para a limpeza de telas, pincéis para a retirada de pó, além de panos - que não soltam fiapos - para fazer uma limpeza mais completa. Kits desse tipo podem ser comprados em lojas especializadas e também pela internet. É recomendável sempre seguir as instruções do produto. Nunca use substâncias genéricas, como limpadores de vidros, para cuidar da tela do seu smartphone ou tablet.


Diga EU TE AMO em 100 línguas


Diga EU TE AMO em 100 línguas
Africano - Ek het jou lief

Albanês - Te dua

Árabe - Ana behibak (para homem) - Ana behibek (para mulher)

Armenia - Yes kez sirumen

Bambara - M'bi fe

Bangla - Aamee tuma ke bhalo aashi

Belarusian - Ya tabe kahayu

Bisaya - Nahigugma ako kanimo

Búlgaro - Obicham te

Camboja - Soro lahn nhee ah

Chinês cantonese - Ngo oiy ney a

Catalao - T'estimo

Cheyenne - Ne mohotatse

Chichewa - Ndimakukonda

Corsican - Ti tengu caru (para homem)

Creol - Mi aime jou

Croacia - Volim te

Czech - Miluji te

Dinamarquês - Jeg Elsker Dig

Holandês - Ik hou van jo

Inglês - I love you

Esperanto - Mi amas vin

Estonia - Ma armastan sind

Etiópia - Afgreki'

Faroese - Eg elski teg

Farsi - Doset daram

Filipino - Mahal kita

Finnish - Mina rakastan sinua

Francês - Je t'aime, Je t'adore

Gaelic - Ta gra agam ort

Georgian - Mikvarhar

Alemão - Ich liebe dich

Grego - S'agapo

Gujarati - Hoo thunay prem karoo choo

Hiligaynon - Palangga ko ikaw

Havaiano - Aloha wau ia oi

Ebreu - Ani ohev otah (para mulher) - Ani ohev et otha (para homem)

Hiligaynon - Guina higugma ko ikaw

India - Hum Tumhe Pyar Karte hae

Hmong - Kuv hlub koj

Hopi - Nu' umi unangwa'ta

Hungria - Szeretlek

Icelandic - Eg elska tig

Ilonggo - Palangga ko ikaw

Indonesia - Saya cinta padamu

Inuit - Negligevapse

Irish - Taim i' ngra leat

Italiano - Ti amo

Japonês - Aishiteru

Kannada - Naanu ninna preetisuttene

Kapampangan - Kaluguran daka

Kiswahili - Nakupenda

Konkani - Tu magel moga cho

Coreano - Sarang Heyo

Latino - Te amo

Latvian - Es tevi miilu

Libanés - Bahibak

Lituano - Tave myliu

Malay - Saya cintakan mu - Aku cinta padamu

Malayalam - Njan Ninne Premikunnu

Chinês do mandarin - Wo ai ni

Marathi - Me tula prem karto

Mohawk - Kanbhik

Moroccan - Ana moajaba bik

Nahuatl - Ni mits neki

Navaho - Ayor anosh'ni

Norueguês - Jeg Elsker Deg

Pandacan - Syota na kita!!

Pangasinan - Inaru Taka

Papiamento - Mi ta stimabo

Persa - Doo-set daaram

Pig latin - Iay ovlay ouyay

Polish - Kocham Ciebie

Português - Eu te amo

Romenia - Te ubesk

Russo - Ya tebya liubliu

Scot Gaelic - Tha gradh agam ort

Serbian - Volim te

Setswana - Ke a go rata

Sindhi - Maa tokhe pyar kendo ahyan

Sioux - Techihhila

Slovak - Lu`bim ta

Sloveno - Ljubim te

Espanhol - Te quiero - Te amo

Swahili - Ninapenda wewe

Sueco - Jag alskar dig

Alemão - Suisso - Ich lieb Di

Tagalog - Mahal kita

Taiwanese - Wa ga ei li

Tahitiano - Ua Here Vau Ia Oe

Tamil - Nan unnai kathalikaraen

Telugu - Nenu ninnu premistunnanu

Thai - Chan rak khun (para mulher) - Phom rak khun (para homem)

Turquia - Seni Seviyorum

Ukraniano - Ya tebe kahayu

Urdu - mai aap say pyaar karta hoo

Vietnamita - Anh ye^u em (para mulher) - Em ye^u anh (para homem)

Welsh - 'Rwy'n dy garu

Yiddish - Ikh hob dikh

Yoruba - Mo ni fe

Viciado em internet


Ninguém consegue ligar mais para a sua casa porque você está sempre conectado e só desliga o micro na hora de ir trabalhar ou estudar.

Pode dizer, de cabeça, o endereço completo de 10 sites de que mais gosta e escreve sua home page em html sem pedir ajuda.

Consegue acessar mais de vinte sites eróticos e de graça.

Faz conexões de 30 ou mais e dowloads de 20Mb de texto de newsgroups.

Ao folhear uma revista, procura o ícone de zoom para ver melhor as fotos.

Ao apreciar uma paisagem, comenta que as imagens poderia ganhar uns 10% a mais de magenta e uma resolução melhor.

Dirigindo numa rua qualquer, começa a estranhar os endereços , pois eles não começam com http://, gopher:// ou ftp://

Alguém lhe pede para guardar alguma coisa e você, instintivamente, procura o comando file/save dentro da cabeça.

Acha mais fácil conectar-se ao seu provedor e acessar o endereço http:// www.meteorologia.com/sua-cidade/agora.html do que simplesmente abrir a janela e olhar o tempo.

Começa a usar frequentemente frases como"com- fome.quero.comida@casa.agora.nhac".

Tem um ataque do coração ao descobrir que sua mulher se esqueceu de pagar a conta do telefone e que hoje é sábado.

Encomenda quase tudo que consome pela internet.

Descobre que esta apaixonado por alguém que nunca viu e só conhece por e-mail.

Seu provedor de acesso sugere que você se inscreva no concorrente... porque vem excedendo regularmente a cota máxima de 300 horas mensais de conexão.

Instala o terceiro modem e uma linha dedicada em casa.

Acessa a página da Microsoft todos os domingos pela manhã para ler o sermão dominical do Grande de Irmão Bill Gates.

Seu disco de 10 Gb esta lotado de downloads que você ainda não abriu e não lembra mais para que servem.

Seu Pentium III de 450MHz e 128Mb de RAM fica meio lento.

Acha que deve digitar http:// ou ftp:// para ir ao supermercado.

Consegue acessar a internet com seu notebook e o telefone celular, em pleno transito, para acessar os computadores do Pentágono e programar um míssil Tomahawk, direcionado para o motorista do carro que lhe deu uma fechada na última curva.

Tenta dar um Al+F4 para fechar a janela do carro.

Fica entusiasmado se alguém lhe diz que descobriu um novo programa, mas se frustra quando ele esclarece que e na televisão.

Viu "A rede" 63 vezes.

Revistas como "Internet world" lhe parecem mais interessantes do que "Playboy".

Mantém mais de seis endereços eletrônicos e 20 senhas.

Já construiu uma home page para seus filhos.... e seus gatos.

Você não conhece ninguém que não tem e-mail.

Para você "sexo seguro" significa "sexo on-line".

Você convence sua mãe a ter um endereço eletrônico por que sai mais barato do que as ligações interurbanas.

Você nota que seus poucos amigos também só falam em internet o dia todo, e dentro de lanchonete e no ônibus vocês começam a chamar a atenção pela conversa estranha e sem sentido para os normais.

Ao ler uma revista, jornal ou este artigo você procura o mouse para dar um zoom.

Começa a carregar lanches estranhos para comer na frente de seu computador sem lembrar que tem uma lanchonete próximo a você onde se lancha mais confortavelmente.

Quando alguém conversa com você, normalmente você não responde e parece estar em transe cibernético.

Você consegue ler uma lista como esta até o fim.

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